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Política

PGR pede ao STF suspensão de ações contra proibição das bets

Paulo Gonet aponta insegurança jurídica diante de decisões divergentes sobre o funcionamento das plataformas de apostas.

Por Thawan Melo

07 de novembro de 2026 às 15:15 ▪ Atualizado em 07/11 às 15:15

Ver resumo
  • O procurador-geral da República solicitou ao STF a suspensão de ações contra a proibição de plataformas de jogos online.
  • A medida visa evitar insegurança jurídica devido a decisões judiciais divergentes.
  • Os processos devem ser suspensos até a decisão definitiva do STF.
  • A PGR quer suspender processos relacionados à Medida Provisória 1.394/2026 em âmbito nacional.
  • O pedido foi direcionado ao ministro Luiz Fux, relator das ações sobre a constitucionalidade da medida.
  • Recentemente, uma decisão judicial em São Paulo derrubou uma liminar que autorizava algumas casas de apostas.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu nesta sexta-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão nacional de todas as ações que contestam a decisão do governo federal que proibiu o funcionamento de plataformas de jogos online, as chamadas bets.1794075128545.png

Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Foto: Antonio Augusto/STF

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Gonet afirmou ao Supremo que a proliferação de decisões judiciais que autorizam a liberação de casas de apostas gera insegurança jurídica.

Para o procurador-geral, os processos devem ficar suspensos até que o STF tome uma decisão definitiva sobre a questão.

"A Procuradoria-Geral da República entende, portanto, ser caso de deferimento da medida excepcional de suspensão de processos, para sobrestar, em âmbito nacional, o trâmite de todos os feitos que tenham por objeto a constitucionalidade da Medida Provisória 1.394/2026, até o julgamento definitivo da controvérsia constitucional pelo Supremo Tribunal Federal", afirmou Gonet.

A petição da PGR foi encaminhada ao ministro Luiz Fux, relator de quatro ações que contestam a constitucionalidade da medida provisória que proibiu as bets.

Na quinta-feira (5), a segunda instância da Justiça Federal em São Paulo derrubou uma liminar que autorizava o funcionamento de três casas de apostas online.

Fonte: Agência Brasil




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