AO VIVO
A Rádio Lupa 1 toca onde você estiver.

Geral

Coren-PI aciona Justiça contra Prefeitura de Teresina por irregularidades nos serviços de Enfermagem

Antes de recorrer ao Judiciário, o Coren-PI afirmou ter tentado resolver as pendências administrativamente, por meio de audiências de conciliação com a prefeitura.

Por Isabella Monteiro

06 de novembro de 2026 às 23:07 ▪ Atualizado em 06/11 às 23:12

Ver resumo
  • O Coren-PI entrou com sete ações judiciais contra a Prefeitura de Teresina por irregularidades nos serviços de Enfermagem.
  • As ações foram protocoladas na 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Piauí.
  • Problemas incluem a falta de Enfermeiro Responsável Técnico (ERT) e planejamento inadequado para dimensionamento de pessoal.
  • A ausência de um ERT dificulta a supervisão das equipes.
  • Sem dimensionamento adequado, é difícil avaliar se há profissionais suficientes para a demanda.
  • O Coren-PI buscou resolver as questões por meio de audiências de conciliação, sem sucesso devido à ausência dos representantes municipais.
  • As ações visam obrigar o município a cumprir normas de Enfermagem e adequar as equipes.
  • O Coren-PI continuará com fiscalizações e medidas para garantir condições de trabalho adequadas.

O Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI) levou à Justiça Federal sete ações contra a Prefeitura de Teresina após encontrar irregularidades na organização dos serviços de Enfermagem da rede municipal de saúde. Os processos foram protocolados na 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Piauí.

Coren-PI aciona Justiça contra Prefeitura de Teresina por irregularidades nos serviços de EnfermagemCoren-PI aciona Justiça contra Prefeitura de Teresina por irregularidades nos serviços de Enfermagem - Foto: Reprodução

Entre os problemas apontados nas fiscalizações estão a falta de Enfermeiro Responsável Técnico (ERT) nas unidades e a ausência de planejamento que estabeleça a quantidade de profissionais necessária para atender à demanda dos serviços.

Segundo o conselho, a inexistência de um responsável técnico dificulta a organização e a supervisão das equipes. Já a falta de dimensionamento impede avaliar se o número de profissionais disponíveis é compatível com a quantidade de pacientes e a complexidade dos atendimentos.

Antes de recorrer ao Judiciário, o Coren-PI afirmou ter tentado resolver as pendências administrativamente, por meio de audiências de conciliação com a prefeitura. No entanto, segundo a entidade, os representantes legais do município não compareceram aos encontros agendados, o que impediu o avanço das negociações.

Segundo o presidente do Coren-PI, Samuel Freitas, as ações buscam obrigar o município a cumprir as normas que regulamentam o exercício da Enfermagem, incluindo a formalização da responsabilidade técnica e a adequação das equipes.

O conselho informou que continuará realizando fiscalizações e adotando medidas administrativas e judiciais para cobrar a regularização dos serviços e garantir condições adequadas de trabalho aos profissionais.




Assine a Newsletter do Portal Lupa1

De segunda a sexta, um resumo dos fatos que importam, direto no seu e-mail e de forma gratuita.

Siga no WhatsApp Canal LUPA 1 | Portal e TV