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Polícia

Saiba quem é o advogado preso em operação do Denarc no Piauí

Francisco Batista de França Júnior foi preso preventivamente em Valença do Piauí durante ação que investiga uma estrutura criminosa ligada ao tráfico de drogas e ao PCC

Por Viviane Augusta , Thawan Melo

06 de novembro de 2026 às 16:31 ▪ Atualizado em 06/11 às 16:40

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  • Francisco Batista de França Júnior, advogado conhecido como Júnior França, foi preso em uma operação do Denarc.
  • A operação ocorreu em Valença do Piauí e abrangeu também Teresina e o estado de São Paulo.
  • Foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em diversas localidades.
  • A prisão preventiva do advogado foi decretada por suspeita de envolvimento com tráfico de drogas.
  • A investigação identificou uma célula do PCC atuando entre São Paulo e o Piauí.
  • Suspeita-se que o advogado atuava como ligação entre os envolvidos nessa estrutura criminosa.
  • Imóveis eram supostamente usados para esconder drogas e administrar recursos do grupo.
  • Celulares e computadores foram apreendidos para perícia.
  • As investigações continuam para identificar mais envolvidos e esclarecer a movimentação financeira do grupo.

O advogado Francisco Batista de França Júnior, conhecido como Júnior França, está entre os presos na operação deflagrada pelo Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) na manhã desta sexta-feira (06). Ele foi localizado no município de Valença do Piauí, onde atua profissionalmente.

Foto: Reprodução

A ação policial cumpriu dez ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão, em Teresina, Valença do Piauí e no estado de São Paulo. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, o advogado teve a prisão preventiva decretada no âmbito da investigação sobre uma estrutura criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

De acordo com o coordenador do Denarc, delegado Samuel Silveira, as investigações identificaram uma célula do Primeiro Comando da Capital (PCC) com atuação entre São Paulo e o Piauí. A apuração aponta que entorpecentes eram enviados do estado paulista para abastecer Teresina e Valença.

Segundo o delegado, o advogado é investigado por supostamente integrar essa estrutura criminosa e atuar como uma ligação entre os envolvidos nas diferentes localidades. A investigação também apura o uso de imóveis para esconder drogas, administrar recursos financeiros e dar suporte às atividades do grupo.

Durante a operação, foram apreendidos celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos, que devem passar por perícia. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a movimentação financeira da organização.

Confira o vídeo: 




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