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Piauí tem 38 mil pessoas com diagnóstico de autismo, segundo IBGE

Amaior incidência foi entre pessoas que se autodeclaram indígenas, com um percentual de 2,3%.

25 de maio de 2025 às 11:20
2 min de leitura

O Censo Demográfico 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxe pela primeira vez dados sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. No Piauí, aproximadamente 38 mil pessoas relataram ter recebido diagnóstico de autismo, representando 1,2% da população do estado.

Piauí tem 38 mil pessoas com diagnóstico de autismo, segundo IBGEReprodução

Perfil dos Diagnósticos

Os dados apontam que o diagnóstico é mais comum entre os homens, com uma taxa de 1,5%, enquanto entre as mulheres o percentual é de 0,8%. A presença do TEA é mais expressiva nas crianças de 0 a 14 anos, grupo que soma 16.354 casos no estado. Nas demais faixas etárias, a proporção varia entre 0,7% e 1,3%.

Cenário Nacional

Em todo o país, o levantamento registrou cerca de 2,4 milhões de pessoas com TEA, também equivalendo a 1,2% da população brasileira. Os estados com as maiores taxas foram:

Acre – 1,6%

Amapá – 1,5%

Ceará – 1,4%

Por outro lado, os menores índices ficaram com:

Tocantins – 1,0%

Bahia – 1,0%

Amazonas – 1,1%

Distribuição por Cor ou Raça no Piauí

No estado do Piauí, a maior incidência foi entre pessoas que se autodeclaram indígenas, com um percentual de 2,3%, somando 137 indivíduos. Na sequência estão:

Brancos – 1,3%

Pardos – 1,1%

Pretos – 1,0%

Amarelos – 1,0%

Dados Nacionais por Cor ou Raça

Em todo o Brasil, a maior proporção de diagnósticos ocorreu entre pessoas que se identificam como brancas, com 1,3% (1,1 milhão de pessoas). Já a menor foi registrada entre os indígenas, com 0,9% (11,4 mil pessoas). Este número cresce para 1,0% quando se inclui quem se considera indígena, mesmo pertencendo a outra cor ou raça.

Entre os que se declararam amarelos, 1,2% possuem TEA, totalizando cerca de 10,3 mil pessoas. Além disso, aproximadamente 221,7 mil pessoas pretas e 1,1 milhão de pardas convivem com o transtorno, representando 1,1% em cada grupo.

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