Representante de empresário da Transfácil é impedido de depor em CPI

Nesta terça (08) foram ouvidos somente os representantes da Transcol e Cidade Verde.

Durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte, que apura possíveis irregularidades na execução do contrato da licitação do transporte público urbano de Teresina, nesta terça-feira (08), o empresário Marcelino Lopes foi impedido de falar por não ser sócio da empresa Transfácil. 

CPI do Transporte Público

Em março, os trabalhadores iniciaram uma greve porque estavam desde janeiro sem receber os salários. Após muita discussão foi fechado um acordo com o Ministério do Trabalho para que os trabalhadores retornassem ao trabalho, suspendendo a greve por 90 dias. Nesse período, as empresas deveriam pagar os salários de janeiro. Mesmo após o fim da greve, muitos membros da categoria afirmam que continuam com salários atrasados e já denunciaram que estão trabalhando em condições precárias. 

Marcelino, que é esposo de uma das sócias da empresa, se apresentou como representante legal, mas o presidente da CPI, vereador Dudu, não aceitou a substituição, já que ele afirmou que somente o sócio da empresa seria ouvido. Houve uma breve discussão entre Dudu e o empresário, que foi resolvida rapidamente.

De acordo com o vereador Dudu, apenas os representantes legais que forem convocados podem comparecer às oitivas para prestar os depoimentos. O empresário será reconvocado para depor na quinta-feira (10).

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