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Com 44°C, Teresina enfrenta uma das maiores temperaturas do Brasil

Teresina registra maior temperatura do país pelo Inmet; seis cidades do Piauí estão entre as dez mais quentes.

Por Victória Santos

07 de outubro de 2026 às 13:46 ▪ Atualizado em 07/10 às 14:23

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  • Teresina registrou 44°C, a temperatura mais alta da lista.
  • Outras cidades do Piauí, como Oeiras, Campo Maior, Picos, Castelo do Piauí e Piripiri, também apresentaram temperaturas próximas ou superiores a 38°C.
  • Jaguaribe, no Ceará, ficou em terceiro lugar com 39,9°C.
  • Temperaturas elevadas exigem cuidados redobrados, principalmente para crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.
  • Recomenda-se aumentar a ingestão de água, usar roupas leves, e evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes.
  • Sintomas de insolação incluem dor de cabeça, tontura, e pele quente, demandando atenção médica imediata.
  • Alta temperatura e condições secas aumentam o risco de queimadas e incêndios florestais.
  • A população deve evitar práticas que possam provocar fogo, como queimadas para limpeza de terrenos.

Além da capital, aparecem na lista Oeiras, com 40,8°C; Campo Maior, com 39,7°C; Picos, com 39°C; Castelo do Piauí, com 38,9°C; e Piripiri, também com 38,9°C. 

 Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução   

Com os 44°C registrados, Teresina ficou à frente de Oeiras, que ocupou a segunda posição. Jaguaribe, no Ceará, apareceu em terceiro lugar, com 39,9°C. A lista também inclui municípios do Maranhão, Bahia e Amazonas.

Calor aumenta atenção para a saúde

Temperaturas próximas ou acima dos 40°C exigem cuidados redobrados, principalmente entre crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Segundo o Ministério da Saúde, a exposição prolongada ao calor intenso pode provocar desidratação e insolação, condição grave que ocorre quando o organismo perde a capacidade de controlar a própria temperatura.

A recomendação é aumentar a ingestão de água ao longo do dia, usar roupas leves, permanecer em locais ventilados e reduzir a exposição direta ao sol nos horários de maior calor. O Ministério da Saúde também orienta evitar atividades físicas intensas durante os períodos mais quentes e dar preferência a ambientes com sombra e boa circulação de ar.

Em caso de sintomas como dor de cabeça, tontura, náusea, fraqueza, pele quente e seca, confusão mental ou temperatura corporal muito elevada, é importante buscar atendimento médico. A insolação pode evoluir para complicações graves e até levar à morte quando não tratada rapidamente.

Calor também aumenta risco de queimadas

O cenário de temperaturas elevadas também chama atenção para o risco de queimadas e incêndios florestais, especialmente durante períodos de tempo mais seco. O boletim mais recente do Painel El Niño 2026-2027, elaborado por órgãos como INPE, Inmet e CEMADEN, aponta tendência de temperaturas acima da média e condições mais secas no centro-norte do país, o que pode aumentar o risco de fogo.

O calor, isoladamente, não significa que haverá uma queimada. No entanto, condições de vegetação seca podem facilitar a propagação das chamas quando ocorre um incêndio. Por isso, a população deve evitar práticas que possam provocar fogo em áreas de vegetação, como queimadas para limpeza de terrenos e o descarte inadequado de materiais inflamáveis.

A sequência de temperaturas elevadas reforça a necessidade de atenção da população em Teresina e no interior do Piauí, tanto para os cuidados com a saúde quanto para a prevenção de incêndios durante o período de calor intenso. :::




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