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Polícia

Suspeito de matar jovem na saída do Clube do River confessa crime e é preso pelo DHPP em Teresina

Francimário Joaquim foi localizado no apartamento do pai, na zona Sul da capital. Segundo a Polícia Civil, ele alegou ter atirado após ser ameaçado pela vítima e por um amigo.

Por Tiago Moura

15 de outubro de 2026 às 11:34 ▪ Atualizado em 15/10 às 12:24

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  • O DHPP prendeu Francimário Joaquim, suspeito de matar Carlos Henrique da Silva Santos.
  • O crime ocorreu em 16 de agosto próximo ao Clube do River, zona Sul de Teresina.
  • Francimário confessou os disparos, alegando ter sido ameaçado por Carlos Henrique e outro amigo.
  • O suspeito foi localizado no apartamento do pai, também na zona Sul de Teresina.
  • O homicídio foi precedido por provocação verbal que evoluiu para violência.
  • Câmeras de segurança foram cruciais para identificar o suspeito.
  • Duas mulheres que aparecem nas imagens são testemunhas no caso.
  • Francimário já tinha antecedentes criminais, incluindo suspeita de estupro e envolvimento com facções.
  • O DHPP continua investigando as circunstâncias do crime, avaliando depoimentos e evidências.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu, nesta quinta-feira (15), Francimário Joaquim, suspeito de matar Carlos Henrique da Silva Santos, de 20 anos, nas proximidades do Clube do River, na região do bairro Torquato Neto, zona Sul de Teresina. O homicídio ocorreu em 16 de agosto e também deixou ferido um amigo da vítima, identificado como Janailson. Segundo a Polícia Civil, o investigado confessou ter efetuado os disparos, mas alegou que agiu após ser ameaçado pelos dois homens.

 Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Foto: Divulgação/PC-PIDepartamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Foto: Divulgação/PC-PI   

Francimário foi localizado no apartamento do pai, no bairro Portal da Alegria, também na zona Sul da capital. De acordo com o delegado Danúbio Dias, responsável pela investigação, o suspeito e Carlos Henrique estavam no Clube do River, mas a discussão que antecedeu o assassinato aconteceu fora do estabelecimento.

Segundo o delegado, o desentendimento teria começado após uma provocação verbal e evoluído para uma discussão que terminou em violência.

Câmeras ajudaram a identificar suspeito

 Suspeito de matar jovem na saída do Clube do River confessa crime e é preso pelo DHPP em Teresina. Foto: ReproduçãoSuspeito de matar jovem na saída do Clube do River confessa crime e é preso pelo DHPP em Teresina. Foto: Reprodução   

Imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para a investigação e auxiliaram na identificação do homem apontado como autor dos disparos. Conforme Danúbio Dias, os registros mostram o suspeito circulando pela rua onde o crime aconteceu, além de captar momentos relacionados à ocorrência.

O delegado também esclareceu que duas mulheres que aparecem nas imagens são consideradas testemunhas do caso.

Suspeito diz que atirou após ameaças

Em depoimento à polícia, Francimário confessou o assassinato, mas apresentou uma versão na qual afirma ter agido para se defender. Segundo o delegado, o investigado alegou que Carlos Henrique e o amigo o ameaçaram de morte e afirmaram pertencer a uma facção criminosa.

A versão apresentada pelo suspeito será considerada no curso da investigação. A Polícia Civil apura as circunstâncias do homicídio e busca esclarecer como o desentendimento evoluiu até os disparos.

De acordo com o delegado, não há indicação, até o momento, de que a discussão tenha sido motivada por um conflito anterior entre os envolvidos. Ele também mencionou que a vítima havia consumido bebida alcoólica antes do episódio.

Investigado já respondeu a outras ocorrências

Durante entrevista, Danúbio Dias afirmou que Francimário já havia sido preso em uma investigação relacionada a uma suspeita de estupro de vulnerável e também foi alvo de investigação do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) por suposto envolvimento com facções criminosas.

As ocorrências anteriores foram mencionadas pela polícia no contexto da investigação, mas não representam, por si só, comprovação de culpa nos respectivos casos.

O DHPP segue responsável pela apuração do assassinato de Carlos Henrique, incluindo a análise das imagens de segurança, dos depoimentos e das circunstâncias alegadas pelo suspeito.




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