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SSP-PI e UFPI discutem rondas diárias da Patrulha Maria da Penha no campus de Teresina

Proposta busca reforçar a prevenção à violência contra mulheres e ampliar a rede de proteção na universidade.

Por Emanuel Oliveira

31 de agosto de 2026 às 14:59 ▪ Atualizado em 31/08 às 15:02

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  • A SSP-PI e UFPI estão discutindo a ampliação da Patrulha Maria da Penha no campus da UFPI em Teresina.
  • A iniciativa visa aumentar a prevenção e combate à violência contra a mulher.
  • Planeja-se realizar rondas diárias dentro do campus, mas o formato ainda será discutido com a comunidade acadêmica.
  • A ação complementará serviços já disponíveis de apoio psicológico, social e jurídico.
  • A UFPI possui a Sala Lilás desde 2025, oferecendo acolhimento gratuito e sigiloso a mulheres do campus.
  • Em 2026, a Sala Lilás atendeu diretamente 2.130 pessoas, com atividades educativas e de articulação.

A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) e a Universidade Federal do Piauí (UFPI) iniciaram discussões para ampliar a atuação da Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar, no Campus Ministro Petrônio Portella, em Teresina.

A articulação, conduzida pela Superintendência de Cidadania e Defesa Social (SUCID), foi anunciada nesta segunda-feira (31), durante uma solenidade relacionada à Campanha Nacional Agosto Lilás realizada na universidade.

Entre as medidas em análise está a realização de rondas diárias da Patrulha Maria da Penha dentro do campus. A proposta ainda está em fase de elaboração e, antes de ser implementada, deverá ser discutida com a comunidade acadêmica para definir o formato de atuação.

A iniciativa pretende reforçar as ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, além de complementar os serviços de acolhimento psicológico, social e jurídico já disponibilizados pela SSP-PI e pela UFPI.

Sala Lilás

A universidade conta desde setembro de 2025 com a Sala Lilás “Janaína da Silva Bezerra”, localizada no Centro de Ciências da Saúde (CCS). 

O espaço oferece atendimento gratuito e sigiloso para estudantes, professoras, servidoras técnico-administrativas e colaboradoras que procuram acolhimento.

No primeiro semestre de 2026, as ações desenvolvidas pela Sala Lilás alcançaram diretamente 2.130 pessoas. 

Entre as atividades realizadas estão palestras, campanhas educativas, participação em eventos e articulações com setores da universidade e integrantes da rede externa de proteção.




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