03 de novembro de 2022 às 12:42 ▪ Atualizado há 5 meses
Após reunião com a equipe de transição do Governo Lula na manhã desta quinta-feira (3), o relator do Orçamento 2023, senador piauiense Marcelo Castro (MDB) anunciou que vai propor aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal que aprovem uma proposta que retira do teto de gastos as despesas com programas considerados por eles como “inadiáveis”.

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, coordena a equipe de transição, que conta ainda com o senador eleito Wellington Dias (PT) e a deputada federal Gleisi Hoffman (PT). Em entrevista à imprensa, Alckmin destacou que é preciso fazer a suplementação do orçamento, mas que ainda não foi definido um valor.
A medida tem como objetivo garantir que o presidente eleito tenha condições de cumprir as promessas feitas durante a campanha eleitoral. O foco da equipe é manter o valor do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) em R$ 600.

“Nossa preocupação é manter Bolsa Família de R$ 600, a PEC da transição e a Lei Orçamentária. E não ter interrupção de serviços públicos e obras. Isso não está adequado no orçamento enviado ao congresso e há necessidade de suplementação para garantir”, disse Alckmin.
O teto de gastos foi criado para tentar limitar o crescimento da dívida pública e prevê que o valor da despesa do governo não pode superar a despesa do ano anterior, reajustada pela inflação.
De segunda a sexta, um resumo dos fatos que importam, direto no seu e-mail e de forma gratuita.
Improbidade Administrativa
Fiscalização
Luto
Colunão do Feitosa
Fiscalização
Investigação
Nomeação
DIAGNÓSTICO
CRIME
DO HUMOR AO CRIME
NORTE DO PIAUÍ
POLÍTICA
HOMICÍDIO
MEDIDAS
Colunão do Feitosa
Os bastidores do poder no Piauí e no Brasil. A notícia sem rodeios. Lupa1 é jornalismo imparcial com conteúdo exclusivo e diário.
Termos de uso Política de Privacidade Princípios Editoriais
© 2026 Portal Lupa1. Todos os direitos reservados.