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Polícia

Mulher é presa suspeita de injúria racial e ameaça contra menina de 11 anos em Teresina

Segundo a Polícia Civil, investigada também descumpriu medidas protetivas concedidas à criança; prisão preventiva foi cumprida na zona Norte.

Por Emanuel Oliveira

29 de outubro de 2026 às 10:58 ▪ Atualizado em 30/10 às 08:18

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  • Uma mulher de 42 anos foi presa preventivamente em Teresina, acusada de injúria racial, ameaça e descumprimento de medidas protetivas.
  • A vítima, uma menina de 11 anos, é vizinha da acusada.
  • A prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
  • A mulher já responde a outro processo por crimes semelhantes contra a mesma criança.
  • A prisão preventiva foi solicitada devido a repetidos descumprimentos das medidas protetivas baseadas na Lei Henry Borel.
  • A ação visa proteger a integridade física e psicológica da menina.
  • A acusada menciona um histórico de desavenças com o pai da menina.
  • A identidade da criança foi protegida.

Uma mulher de 42 anos foi presa preventivamente na quarta-feira (28), no bairro Água Mineral, zona Norte de Teresina. Ela é investigada por injúria racial, ameaça e descumprimento de medidas protetivas contra uma menina de 11 anos, que é sua vizinha.

Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA)Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Foto: Lupa1

O mandado foi cumprido pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com a Polícia Civil, a mulher já responde a outro processo por crimes da mesma natureza contra a criança.

A prisão preventiva foi solicitada após reiterados descumprimentos das medidas protetivas concedidas à menina com base na Lei Henry Borel. 

Segundo o delegado-adjunto da DPCA, Hugo Alcântara, a medida busca interromper as supostas ofensas e ameaças e preservar a integridade física e psicológica da criança.

“Diante dos reiterados descumprimentos das medidas protetivas concedidas com base na Lei Henry Borel e da continuidade das ofensas e ameaças, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, medida essencial para cessar a prática delituosa e assegurar a integridade física e psicológica da infante”, informou.

A investigada alegou ter desavenças com o pai da menina e afirmou que os dois mantinham um histórico de ofensas mútuas. A identidade da criança foi preservada.




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