Gustavo Almeida

Política

Flávios, pai e filho, confiam na aprovação do distritão

Proposta de nova regra eleitoral tramita no Congresso Nacional.

O deputado federal Flávio Nogueira e o deputado estadual Flávio Nogueira Júnior acreditam na aprovação do distritão para as eleições de 2022. Ainda formalmente no PDT, eles passaram a exercer influência no diretório do Republicanos no Piauí desde 2020.

Apesar de terem indiretamente o comando do partido, os dois não demonstram preocupação, pelo menos até agora, com montagem de chapa proporcional. É o que revela Flávio Júnior.

Flávio Nogueira Júnior e Flávio Nogueira (Foto: Reprodução/Facebook)

A expectativa de pai e filho é que o distritão seja aprovado no Congresso Nacional, o que em tese lhes garante reeleição segura sem precisar de chapa proporcional. No distritão, ganham os mais votados na eleição, sem depender de chapas.

“Nós trabalhamos pelo momento e a regra que se desenha no Congresso é o distritão, por isso ainda não partimos para composição de chapas proporcionais. A tendência é que o distritão passe folgado na Câmara e depois vai para o Senado. No distritão não há necessidade de a gente fazer partido e formar chapa. Será o que eu acho correto. Os mais votados serão eleitos”, falou Flávio Júnior.

O parlamentar estadual explica que conversa muito com deputados federais e ouve de todos eles que a aprovação do distritão para as eleições de 2022 é quase certa.

"Eu converso muito com o deputado Flávio Nogueira e converso também com outros deputados federais, não só do Piauí. Vou uma vez ao mês em Brasília e tenho conversa com políticos de diversos partidos. A tendência é que o distritão passe folgado", comentou.

Nas eleições de 2018, Flávio Nogueira foi o quarto mais votado do Piauí para deputado federal, com mais de 111 mil votos. Já Flávio Nogueira Júnior ficou na sexta colocação entre os 30 eleitos para a Assembleia Legislativa do Piauí, com 47 mil votos.

Mais conteúdo sobre:
ALEPICâmara dos DeputadosFlavio NogueiraPDTPiauíRepublicanosSenado Federal

Dê sua opinião: