14 de julho de 2026 às 14:25 ▪ Atualizado há 1 hora
Bolsonarista ferrenho na campanha de 2022, o deputado federal maranhense André Fufuca, do Progressistas, virou lulista depois da eleição e conseguiu ser indicado por seu partido para comandar o Ministério dos Esportes.
André Fufuca e Lula Agora pretende disputar o Senado, mas fez um movimento precipitado se bandeando para o lado do ex-prefeito Eduardo Braide sem o aval da agremiação que hoje integra uma federação com o Progressistas e corre o risco de ficar sem legenda.
A Federação União Progressista no Maranhão está praticamente decidida a referendar a candidatura ao Senado do também deputado federal Pedro Lucas Fernandes, do União Brasil, só que na chapa de Orleans Brandão, candidato do governador Brandão.
Pedro Lucas é visto, principalmente pela cúpula, como altamente fiel à federação, tendo inclusive recusado a assumir um ministério no governo Lula.
André Fufuca passou três anos e meio "dando as cartas" no Governo Brandão e tinha o controle do Detran do Maranhão.
Estava tudo acertado para Fufuca ser o segundo candidato a senador na chapa de Orleans Brandão. Pedro Lucas, seu principal concorrente para a vaga, já tinha aberto caminho e, de repente, Fufuca rompe com o Governo e passa para o lado de Braide.
André Fufuca, ministros dos Esportes Na opinião de políticos maranhenses, Fufuca estava de olho na popularidade de Braide, ex-prefeito de São Luís muito bem avaliado e candidato a governador pelo PSD, mas precisava antes ter o aval da União Progresista, o que não ocorreu.
A chapa do Governo está fechada: Orleans Brandão, candidato a governador pelo MDB; Edvaldo Holanda, candidato a vice; Weverton Rocha, do PDT, e Pedro Lucas, da Federação União Progresistas, candidatos ao Senado.
A prevalecer esse quadro, o que restaria a André Fufuca? Restaria pedir para voltar para o ninho do Governo e se candidatar à reeleição de deputado federal.
Aliados qualificados como "menos empolgados" na campanha de reeleição do governador Rafael Fonteles estariam sob monitoramento do Palácio de Karnak.
Governador Rafael Fonteles - Foto: Ascom O Karnak obteve informações de que "uns dois ou três" aliados fortes teriam mantido conversas reservadas com o senador Ciro Nogueira, principal líder da oposição no Piauí.
Senador Ciro Nogueira - Foto: Divulgação
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