Polícia

DHPP aponta histórico de violência em caso de homem morto a facada por companheira em Teresina

Rogério ainda foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância.

Por Tiago Moura

08 de setembro de 2026 às 11:20 ▪ Atualizado em 08/09 às 11:30


O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga a morte de Rogério Machado Rufino Júnior, assassinado com uma facada no peito na tarde do último domingo (06), em um clube localizado na zona Leste de Teresina.

 Mulher é presa suspeita de matar companheiro a facadas em Teresina - Foto: ReproduçãoMulher é presa suspeita de matar companheiro a facadas em Teresina - Foto: Reprodução   

Segundo o coordenador do DHPP, delegado Francisco Costa, o Baretta, a vítima mantinha um relacionamento com a suspeita do crime, Sara de Sousa, há cerca de um ano. De acordo com as investigações, o casal vivia uma relação marcada por conflitos e episódios frequentes de ciúmes.

Conforme o delegado, no dia do crime, Rogério e Sara discutiram durante um encontro no clube. Testemunhas relataram que a mulher chegou a agredi-lo fisicamente. Na sequência, a vítima se dirigiu ao banheiro masculino, momento em que foi atingida por um golpe de faca na altura do peito.

Rogério ainda foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância.

As investigações também apontam que Sara já havia tentado atacar o companheiro em outras ocasiões. Amigos e familiares informaram à polícia que ela teria tentado esfaqueá-lo pelo menos duas vezes anteriormente, sendo uma delas no local onde Rogério trabalhava, em uma churrascaria.

De acordo com Baretta, os relatos reforçam a hipótese de que a suspeita já demonstrava intenção de cometer o crime. Ainda segundo testemunhas, o casal costumava terminar e retomar o relacionamento com frequência.

Sara de Sousa foi presa em flagrante no dia do homicídio. Após ser apresentada à Justiça, a prisão foi convertida em preventiva. O inquérito segue em andamento e deverá esclarecer todas as circunstâncias do crime antes da conclusão das investigações.




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