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Polícia

PF mira comércio ilegal de vinhos argentinos e cumpre buscas em Teresina

Investigação começou após apreensão de cerca de 4.200 garrafas em depósito na Região Metropolitana de Curitiba.

Por Emanuel Oliveira

16 de outubro de 2026 às 15:32 ▪ Atualizado em 16/10 às 15:32

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  • A Polícia Federal conduziu a Operação Nerovino em Teresina, investigando um grupo criminoso que importava e vendia vinhos argentinos sem pagar tributos.
  • Foram cumpridos 25 mandados de busca em vários estados, incluindo Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo e o Distrito Federal.
  • O grupo usava empresas de fachada e contas de terceiros para distribuir as bebidas, ocultando operações com documentos falsos.
  • A Justiça ordenou o sequestro de bens ligados aos envolvidos, que eram registrados em nome de familiares e terceiros.
  • A investigação começou após a apreensão de 4.200 garrafas de vinho em Curitiba, com apoio da Receita Federal.
  • Os suspeitos podem ser acusados de crimes como descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A Polícia Federal realizou buscas em Teresina durante a Operação Nerovino, que investiga uma organização criminosa suspeita de importar e comercializar vinhos argentinos sem o pagamento de tributos federais.

 PF mira comércio ilegal de vinhos argentinos e cumpre buscas em Teresina - Foto: Divulgação/ PFPF mira comércio ilegal de vinhos argentinos e cumpre buscas em Teresina - Foto: Divulgação/ PF   

Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em municípios do Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo e no Distrito Federal. As ordens foram expedidas pela 23ª Vara Federal de Curitiba.

Segundo a PF, o grupo distribuía as bebidas a revendedores de diferentes estados e utilizava empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e documentos fiscais com informações falsas.

A Justiça também determinou o sequestro de veículos e imóveis vinculados aos investigados. Há indícios de que parte dos bens era registrada em nome de familiares e terceiros para ocultar os verdadeiros proprietários.

A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho estrangeiro em um depósito na Região Metropolitana de Curitiba. A Receita Federal apoiou as buscas em um dos endereços investigados.

Os envolvidos poderão responder por descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, conforme a participação apurada.




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