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Irmão de Flávio Dino, vira alvo da CPMI do INSS após acordo sobre fraudes

Convocação de Nicolao Dino, irmão de Flávio Dino, amplia tensão entre Congresso, governo e Judiciário em investigação sobre fraudes no INSS.

Por Redação Lupa1

16 de setembro de 2025 às 14:12 ▪ Atualizado em 13/10 às 00:20

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  • Nicolao Dino, subprocurador-geral da República e irmão do ministro do STF Flávio Dino, está sob pressão na CPMI do INSS.
  • A convocação se deve a um acordo homologado pelo STF relacionado a fraudes previdenciárias, que define responsabilidades da União e do INSS.
  • O deputado Kim Kataguiri pediu que Nicolao Dino esclareça os termos do acordo, mas não incluiu o procurador-geral Paulo Gonet.
  • Importantes figuras do governo, como Jorge Messias, Wolney Queiroz e Vinicius de Carvalho, participaram do acordo, assim como a Defensoria Pública da União e a OAB.
  • A CPMI deseja investigar o impacto jurídico e financeiro do acordo.
  • A situação aumenta a tensão política, envolvendo fraudes, responsabilidades do Estado e conflitos entre Congresso e Judiciário.

O subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, irmão do ministro do STF Flávio Dino, tornou-se o mais novo foco de pressão na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

 Irmão de Flávio Dino, vira alvo da CPMI do INSS após acordo sobre fraudes - Foto: DivugalçãoIrmão de Flávio Dino, vira alvo da CPMI do INSS após acordo sobre fraudes - Foto: Divugalção   

A convocação tem como pano de fundo um acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal que define a responsabilidade da União e do INSS em fraudes previdenciárias.

Na segunda-feira (15/9), o deputado Kim Kataguiri (União-SP) protocolou um requerimento para que Nicolao Dino preste esclarecimentos sobre os termos do pacto. 

O documento também foi assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas Kataguiri preferiu não incluir Gonet no pedido, focando exclusivamente no irmão de Flávio Dino.

O acerto teve ainda a participação de nomes centrais do governo federal: o advogado-geral da União, Jorge Messias, o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, o presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., e o controlador-geral da União, Vinicius de Carvalho. 

Representantes da Defensoria Pública da União e da OAB também assinaram o documento. Em outros requerimentos, Kataguiri solicita a convocação dos demais signatários.

A CPMI quer apurar em detalhes o alcance jurídico e financeiro do acordo, especialmente seus reflexos para a União e para o sistema previdenciário. 

A iniciativa aumenta a temperatura política, colocando Nicolao Dino e figuras-chave do governo no centro de um embate que mistura fraudes milionárias, responsabilidade do Estado e embates entre Congresso e Judiciário.




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