Piauiense de Marcos Parente, onde nasceu em julho de 1978, o médico Lahésio Rodrigues do Bonfim seguiu uma curta trajetória política no vizinho estado do Maranhão até se tornar senador da República eleito no último domingo pelo Partido Novo.
Ida para o Maranhão
Tudo começou quando Lahésio fez concurso e se tornou médico do Instituto Federal do Estado do Maranhão e foi trabalhar no Sul deste estado.
Balsas
Lahésio também foi médico na cidade de Balsas, a principal cidade do agro maranhense, fincada no Sul do Maranhão.
A pequena São Pedro dos Crentes
Foi na pequena São Pedro dos Crentes, cujo nome faz alusão à predominância de evangélicos, que Lahésio entrou para a política.
Quase unanimidade
Nessa cidade, de cinco mil habitantes, o piauiense se tornou quase unanimidade ao se eleger prefeito em 2016.
Reeleição histórica
Em 2020 Lahésio foi para a reeleição e obteve incríveis 92% dos votos, tornando-se o politico mais querido da história daquele pequeno município do Sul maranhense.
Renúncia
Bolsonarista declarado, Lahésio renunciou à Prefeitura da pequenina São Pedro, para ser, pasmem, candidato a governador do Maranhão.
Ignorado no começo
A candidatura de um ex-prefeito de uma pequena cidade do Sul do Maranhão foi solenemente ignorada no começo, claro.
Potencial do sul
Ocorre, porém, que a imprensa da capital não sabia da bem-queréncia do povo do Sul do Maranhão por aquele médico franzino que tinha governado São Pedro dos Crentes.
O disparo da campanha
A disparada da campanha de Lahésio, que disputava com Carlos Brandão e Weverton Rocha, veio quando ele declarou incondicional apoio ã campanha de Jair Bolsonaro.
Quase segundo turno
Pois bem: o médico piauiense formado na UESPI, a mesma instituição em que eu recebi o diploma de bacharel em direito, ultrapassou Weverton Rocha e por muito pouco não foi para o segundo turno no Maranhão.
Votei com orgulho
Neste domingo, dia 4 de outubro, na seção 41, na Unidade Escolar Santa Rita, no bairro Areias, município de Brejo, Maranhão, homenageei esse piauiense guerreiro que se tornou maranhense, assim como eu, digitando o número 300 na certeza de que ele não decepcionará o povo brasileiro. Também digitei o 1523 da Gisele, o 55.888 do Zé Farias e o 55 do Braide.