A Páscoa é uma das celebrações mais importantes do cristianismo, marcada pela ressurreição de Jesus Cristo. Mas como essa data era celebrada em suas origens? Vamos voltar no tempo e descobrir um pouco mais sobre a história da Páscoa.
A Páscoa tem suas raízes na festa judaica de Pessach, que comemorava a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito. A celebração era realizada no mês de Nisã, entre março e abril, e durava sete dias. Durante esse período, os judeus se abstinham de comer pão levedado, em memória da pressa com que tiveram que deixar o Egito e que não tiveram tempo de esperar o pão levedar.
Com a chegada do cristianismo, a celebração da Páscoa passou a ser associada à morte e ressurreição de Jesus Cristo. A data da Páscoa foi fixada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre após o equinócio de primavera no hemisfério norte (ou o equinócio de outono no hemisfério sul), por volta do ano 325 d.C., no Concílio de Niceia.
As celebrações da Páscoa na época eram bem diferentes das atuais, que são marcadas por ovos de chocolate e coelhinhos. Na Idade Média, as igrejas eram enfeitadas com ramos verdes e as pessoas se vestiam com roupas novas. Alguns países europeus, como a Inglaterra, realizavam jogos e competições, como corridas de ovos, em que os participantes tinham que carregar um ovo em uma colher sem deixar cair.
Já na Grécia antiga, a Páscoa era celebrada com um banquete em que os participantes comiam cordeiro assado em memória do sacrifício de Jesus. Na Rússia, a Páscoa é celebrada com uma cerimônia na qual os fiéis acendem velas e as levam para casa para trazer luz e bênçãos.
A Páscoa ainda é celebrada de maneira diferente em diversas partes do mundo, mas o significado central da data permanece o mesmo: a celebração da vida e da esperança que a ressurreição de Jesus Cristo traz.