A proposta também prevê a formação de 25 mil agentes comunitários digitais. Os Hubs seriam organizados em sete áreas: Agroindústria e Bioeconomia; Economia Digital; Governo Digital e Infraestrutura; Indústria Mineral; Saúde e Biotecnologia; Indústria Verde; e Turismo e Economia Criativa.
De acordo com a proposta, os espaços teriam como objetivo aproximar universidades, centros de pesquisa, empresas, startups e profissionais, levando em consideração as características econômicas de diferentes regiões do estado.
Em declaração sobre o programa, Rafael Fonteles afirmou que a iniciativa pretende ampliar a integração entre pesquisa, tecnologia e demandas do estado.
Atualmente, o Piauí já possui estruturas voltadas à inovação. Entre elas está o Hub de Inovação da Investe Piauí, criado para reunir empreendedores, startups, empresas, investidores e instituições de pesquisa.
Em 2026, o espaço também passou a ser utilizado em ações do Programa de Inovação Aberta do Piauí, que inclui projetos relacionados ao uso de inteligência artificial, entre eles iniciativas voltadas à segurança pública.
A proposta do Piauí Inovador ainda prevê a implantação dos sete Hubs e a formação dos agentes comunitários digitais ao longo do próximo ciclo de governo.