O governador Rafael Fonteles, que busca a reeleição pelo PT, apresentou um balanço das ações desenvolvidas na área da segurança pública e destacou a expectativa de redução dos índices de mortes violentas no Piauí ao longo de 2026.
De acordo com o governador, a previsão é de que o número de mortes violentas intencionais diminua em até 45%. Para ele, a redução está relacionada ao planejamento adotado pelo Estado, ao aumento dos investimentos e à atuação conjunta das instituições responsáveis pela segurança.
Dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Piauí encerrou 2025 com uma taxa de 17,1 mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes. O resultado representa uma queda de 15,7% em relação ao ano anterior, quando a taxa era de aproximadamente 20,3 casos por 100 mil habitantes.
Com esse desempenho, o Piauí permanece entre os estados brasileiros com menores índices de violência letal e apresenta a menor taxa entre os estados das regiões Norte e Nordeste. Para 2026, a estimativa apontada é de uma taxa de 13,5 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes.
Os investimentos no setor também apresentaram crescimento. Em 2025, o governo estadual destinou R$ 1,97 bilhão para a segurança pública. Para 2026, a previsão é elevar o valor para R$ 2,10 bilhões. Segundo o Estado, o montante representa um aumento acumulado superior a 110% em relação a 2022.
Rafael Fonteles afirmou que os resultados são consequência da continuidade das ações e da ampliação da estrutura disponível para a segurança pública.
“E, cada vez mais, os resultados mostram que seguimos avançando. Seguimos comprometidos com a segurança pública, e a previsão é que, neste ano, alcancemos os 110% de aumento no investimento, enquanto a taxa de mortes violentas intencionais cai mais de 45%. É mais estrutura, trabalho e proteção para preservar vidas e tornar o nosso estado cada vez mais seguro”, declarou.
Entre as medidas adotadas estão a ampliação da estrutura das forças de segurança, o fortalecimento do setor de inteligência e a integração entre Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Penal. O governo também aponta ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam na área.