A Justiça do Piauí converteu em prisão preventiva a prisão temporária do CEO da DF Group, Douglas Fonseca Araújo, investigado por suspeita de estelionato qualificado por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A decisão atende a um pedido da Polícia Civil, por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI).
Além de Douglas Fonseca, a decisão mantém presos Ícaro Teixeira de Sousa, Lucas Soares Coutinho, Eduardo Lima de Sousa, Milena Alves Torres, Viviane Alves da Silva, Caio Guilherme Campelo, Caio Fonseca Araújo e Jaquenilson Alvino de Sousa Abreu. A Justiça também decretou a prisão preventiva de Tharsio Moura Soares de Gusmão, que permanece foragido.
Na mesma decisão, Janda Maira de Sousa Silva e Vitória Gabriely Conceição Fonseca Araújo tiveram a prisão substituída por medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), as investigações seguem para identificar todas as circunstâncias do caso, localizar possíveis vítimas e demais envolvidos, além de garantir a responsabilização dos investigados.
A operação foi deflagrada no último dia 10 de julho pela Superintendência de Operações Integradas (SOI), sob coordenação do delegado Matheus Zanatta.
Na ocasião, dez pessoas foram presas e foram apreendidos veículos, armas de fogo, joias, relógios, documentos e outros bens. Um escritório utilizado pelo grupo DF Group também foi interditado durante a ação.