A cidade de Parnaíba, a segunda maior cidade do Estado, localizada no litoral piauiense, administrada desde janeiro de 2025 pelo engenheiro Francisco Emanuel, eleito com apoio do então prefeito Mão Santa e rompido com o mesmo nos primeiros meses de gestão, chega a 182 anos vivendo um dos seus aniversários mais tristes e sem expressividade da sua história recente.
No convite oficial, assinado pelo prefeito, constam atividades religiosas, já tradicionais, e apresentações de bandas musicais, normalmente financiadas com recursos públicos, originários de emendas parlamentares.
No quesito obra, uma frustração: o enunciado de apenas o terminal pesqueiro, obra iniciada no governo Mão Santa. Esse terminal é uma obra física muito pequena, em espaço físico mínimo, previsto para ser entregue em 2025.
Diante da decisão de mudança de local, terminou tendo o prazo adiado. A parte principal do citado terminal já havia sido resolvida na gestão de Mão Santa.
Os equipamentos, com valores significativos, foram todos adquiridos através da secretaria de turismo de então, em parceria com a empresa Ômega, ainda em 2024.
Somente agora, dois anos depois, com imenso prejuízo aos pescadores, a obra será entregue.
“E agora, sem nada pra entregar em dois anos de administração, o prefeito apresenta uma modesta construção como uma grande obra. A pergunta é: porque ele deixou os pescadores sofrerem quase dois anos, já que os pescadores já tinham o local definido e a parte cara entregue por Mão Santa e a Ômega em 2024? Sofrimento proposital? Maldade? Falta de compromisso?”, disse a deputada estadual Gracinha Mão Santa.
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Francisco Emanuel chegará à metade do seu mandato no final deste ano, confirmando a expectativa que gerou ao romper com o grupo que o elegeu: uma gestão inerte, fria, sem planejamento e, por consequência, sem grandes realizações, deixando a desejar nos serviços mais básicos e essenciais à população Parnaíba.