Francisco Emanuel, a criatura ingrata, e a obsessão em perseguir o criador

Francisco Emanuel agora acusa o ex-prefeito Mão Santa de ter desviado R$ 4,5 milhões da saúde, quando tudo prova o contrário.

A data exata foi dia 13 de dezembro de 2024. Parnaíba vivia os últimos dias de transição de gestão, onde Francisco Emanuel, uma “cria” da gestão Mão Santa era preparado  para assumir os destinos da segunda maior cidade do Piauí.

Francisco Emanuel, a criatura ingrata, e a obsessão em perseguir o criador - Foto: Reprodução

Neste dia, com a gestão de Mão Santa ainda vigente, chegava aos cofres da prefeitura, especificamente na conta-saúde, a quantia de R$ 4,5 milhões de reais, fruto de emenda parlamentar, com destino pré-estabelecido para o hospital Marques Bastos.

Naquele momento, diante de uma impossibilidade jurídica do hospital em receber o recurso, a comissão de transição, da qual fazia parte  Francisco Emanuel, decidiu destinar o recurso para outras necessidades mais urgentes da própria área de saúde do município, com o compromisso de fazer o repasse ao hospital nos meses subsequentes, portanto já dentro da nova gestão.

 Prefeito Francisco Emanuel - Foto: Reprodução   

O secretário de saúde da época era o senhor Paulo José dos Santos Araújo, conhecido como “Paulo careca” ( foto ) que atualmente ocupa o cargo de superintendente do Pronto-socorro municipal.

Como se isso já não bastasse, o atual procurador geral do município, Eliaquim Sousa Nunes (foto) era o procurador da saúde na gestão Mão Santa. Moral: ambos não só presenciaram o fato em questão, como deram ciência formal, já que eram os responsáveis diretos pelos setores que demandavam soluções as necessidades da pasta da saúde.

A conclusão inevitável sobre mais essa tentativa perpetrada por Francisco Emanuel contra Mão Santa, o homem que o acolheu e o fez chegar a prefeitura de Parnaíba,  é que tudo foi  maldosamente planejado desde o início da atual gestão. Mão Santa receberá medalha - Foto: Lupa1

É ponto pacífico que não houve desvio de recurso, não houve apropriação indébita, não houve roubo e muito menos houve uso de dinheiro da saúde em outro setor e que não fosse a saúde. Também é pacífico que a impessoalidade de qualquer gestão perpassa mandatos e  assegura que a responsabilidade por atos administrativos deva ser honrada por quem esteja a frente da gestão.

Francisco Emanuel, que atualmente já responde por dezenas de denúncias de malversação de recursos públicos tenta a todo custo levar Mão Santa a este mesmo lugar, sem êxito.

 Francisco Emanuel, a criatura ingrata, e a obsessão em perseguir o criador - Foto: Reprodução   

Qualquer investigação mais profunda vai provar que o dinheiro que chegou a conta da saúde, foi aplicado na saúde. E se o recurso que chegou tinha como finalidade o hospital Marques Bastos, cabe a atual gestão, em ato contínuo, repassar outro recurso que tenha chegado a mesma conta, para o citado hospital, pois o que aconteceu, longe de ter sido um desvio, foi apenas uma remanejo de verba, fato muito normal em todas as gestões.