Após comprovar origem do dinheiro, Justiça autoriza devolução de R$ 147 mil apreendidos com irmão do prefeito Veim da Fetraf

Com a análise do material, a Justiça expediu um alvará judicial autorizando o levantamento de R$ 147.300, acrescidos de eventuais correções.

O secretário de Finanças de Miguel Alves, Antônio Carlos Rebelo de Paiva Filho, conhecido como Tuca e irmão do prefeito Veim da Fetraf, conseguiu na Justiça a liberação dos R$ 147,3 mil apreendidos durante uma abordagem do Batalhão de Policiamento Rodoviário Estadual (BPRE), no inicio do ano. Após apresentar documentação comprovando a origem lícita dos recursos, o secretário obteve autorização judicial para reaver integralmente o valor.

 Após comprovar origem do dinheiro, Justiça autoriza devolução de R$ 147 mil apreendidos com irmão do prefeito Veim da Fetraf - Foto: Reprodução 

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização do BPRE e teve ampla repercussão nos portais de notícias do Piauí. Na ocasião, o dinheiro foi encontrado no interior de uma caminhonete conduzida por Tuca.

Como a origem do montante não pôde ser comprovada no momento da abordagem, o secretário e os demais ocupantes do veículo foram encaminhados à Central de Flagrantes para prestar esclarecimentos. A investigação passou a ser conduzida pela Delegacia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, que apurava a possível prática de lavagem de dinheiro ou eventual relação com crimes eleitorais.

Durante sessão na Câmara Municipal, vereadores da base governista defenderam que o dinheiro apreendido tinha origem legal e afirmaram que o episódio foi utilizado politicamente por adversários da administração.

Documentação comprovou origem dos recursos

Ao longo da investigação, Antônio Carlos apresentou documentos que comprovaram a procedência do dinheiro. Com a análise do material, a Justiça expediu um alvará judicial autorizando o levantamento de R$ 147.300, acrescidos de eventuais correções, e determinou a transferência do valor para a conta bancária do secretário. A decisão foi assinada pela Central de Inquéritos de Teresina em 25 de junho de 2026.

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Com a comprovação da origem lícita dos recursos e a autorização judicial para a devolução do valor, o secretário passa a ter direito ao levantamento integral da quantia.